“O telefone ao lado, na cabeceira da minha cama… Penso em te ligar pelo menos umas vinte vezes por noite, e todas essas vezes que eu pensava em discar seu numero, ficava ali na esperança que ele tocasse e fosse você. Mas ele não toca, e se toca, nunca é você.”
— Carol Alves
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Ainda tremo quando falo em público, ainda tenho medo de desconhecidos, ainda gosto das mesmas músicas. Não se engane, eu não mudei tanto quanto pensa. No fundo eu ainda sou o mesmo.